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O início
O Instituto Brasileiro do Crisotila nasceu como resultado dos esforços do governo, de empresários e dos trabalhadores do amianto, movidos pela consciência do papel do amianto crisotila na economia e na vida das comunidades.
Tudo começou no ano 2000, quando empresários e trabalhadores de Goiás propuseram a criação de uma entidade nacional para:
- defender o uso controlado do amianto crisotila;
- resguardar o aproveitamento das reservas naturais de amianto crisotila;
- garantir a saúde e a segurança do trabalhador;
- assegurar a proteção ao meio-ambiente;
- manter a sociedade sempre bem-informada.
O projeto
O projeto foi apresentado ao The Asbestos Institute, instituição do Canadá mundialmente reconhecida pela sua atuação em prol do amianto crisotila, que ofereceu apoio técnico-científico para o desenvolvimento do projeto. Após consultas a várias entidades brasileiras e a sindicatos da categoria, foi criado o Instituto Brasileiro do Crisotila – ou apenas Crisotila Brasil - em 15 de outubro de 2002, com a adesão de 18 sócios fundadores e empresários da mineração, do setor de fibrocimento e de outros setores que utilizam o mineral. Contou ainda com a parceria da Agência Goiana de Desenvolvimento Industrial e Mineral, hoje representada pela Superintendência de Geologia e Mineração da Secretaria da Indústria e Comércio de Goiás.
O reconhecimento
Em maio de 2003, o Crisotila Brasil recebeu a qualificação da Secretaria Nacional de Justiça como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, conquistando a possibilidade de articular convênios e acordos de cooperação com órgãos governamentais.
O Crisotila Brasil representa uma iniciativa concreta de organização da sociedade para enfrentar os desafios relativos ao uso de recursos naturais de forma responsável, consciente e sustentável. Hoje, o Instituto está totalmente estruturado em termos de assessoria técnica e administrativa, de recursos humanos e de desenvolvimento de projetos de comunicação estratégica.
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